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Armindo Rodrigues

[Lisboa, 1904 – M. Lisboa, 1993]

imagemPoeta.

Licenciou-se em Medicina pela Universidade Nova de Lisboa, tendo sido dirigente da Associação Académica da respectiva Faculdade, participando na organização de uma greve, o que conduziu à sua primeira prisão.

Participou activamente no MUD e nas campanhas eleitorais para a Presidência da República sendo, de novo, preso.
Desenvolveu toda a sua vida profissional como médico nas zonas pobres de Lisboa.
Colaborou nas Revistas Seara Nova, Vértice, Colóquio / Letras e nos jornais República, Diário de Notícias, O Diário.
Traduziu obras de Dante, Balzac, André Malraux, Mikhail Chalacov, Gérard Legrand.
Foi, também, um excelente desenhador.

 

Obras:

Poesia: Voz Arremessada ao Caminho, 1943;
Romanceiro, 1943;
Em Cada Instante Cabe o Mundo, 1945;
A Esperança Desesperada, 1948;
Cantigas de Circunstância, 1948;
As Sete Luas do Poeta Gomes Leal, 1948;
Retrato de Mulher, 1950;
Beleza Prometida, 1950;
Dez Odes ao Tejo, 1951;
A Paz Inteira, 1954; Obra Poética I – XVI, 1970 – 1980;
O Poeta Perguntador (antologia), 1979;
Réplicas a Redondilhas Camonianas e Outras Poesias Avulsas, 1980;
Sequência da Alvorada, 1985;
Quadrante Solar, [s.d.];
Uma Mão Cheia de Maravilhas, 1989;
Ocasional a Vida, 2004;

Ficção: A Vida Perto de Nós (contos), 1953;

Memórias: Um Poeta Recorda-se, 1998.