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logotipo Museu Neorealismo

Júlio Graça

[N. Vila Franca de Xira, 1923 – M. Vila Franca de Xira, 2006]

imagemEscritor.

Funcionário de uma companhia petrolífera e de gás, frequentou as tertúlias lisboetas dos escritores neo-realistas. Dinamizador cultural associativo em Alhandra, conviveu com um meio operário que foi o núcleo central das greves de 1944.
Acompanhou a construção da piscina daquela localidade e foi um óptimo nadador, competindo a nível nacional. Foi companheiro de Baptista Pereira.
Opondo-se ao Estado Novo, participou em actividades da oposição.
Colaborou, esporadicamente, nas revistas Seara Nova e Vértice.

 

Obras:

Poesia: Lezíria, 1952; Banquete do Deserdado, 1967; De búzio no Ouvido, 1996;
Ficção: Buza (romance), 1954; O Salário de Judas (romance), 1955; Um Palmo de Terra (romance), 1959; A Espada e o Coração (contos), 1962; A Voz das Sereias (romance), 1968; Histórias da Prisão (contos), 1975; Ciclo do Prestes João (romance), 1985; A Lenda do Paraíso (romance), 1989; Crónica de Libertação da Etiópia (romance), 2003;
Entrevista: Operários Falam / O Trabalho e a Vida, 1973.