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Mário Braga

[N. Coimbra, 1921]

imagemEscritor.

Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra, em 1947.
Durante dois anos foi professor, sendo, depois, chefe da secretaria e administrador de um estabelecimento de assistência materno-infantil, onde permaneceu até sair de Coimbra.
Após o 25 de Abril, foi Director Geral da Divulgação Cultural.
Opositor ao Estado Novo, participou no MUD e em todas as eleições permitidas pelo regime.
Permaneceu como editor de Vértice de Maio de 1947 a Setembro de 1970, tendo mantido, quase sózinho, a publicação da revista durante vários anos, e escrevendo, por vezes, a maior parte dos artigos de cada número.
Colaborou nos jornais Diário de Coimbra, Gazeta de Coimbra, Gazeta Musical e de Todas as Artes, A Capital, Diário Popular, O Primeiro de Janeiro e na revista Seara Nova.
Recebeu o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências de Lisboa de 1960.

Obras :

Poesia:

Ficção : Nevoeiro(contos), 1944; Caminhos Sem Sol(novelas), 1948; Serranos(contos), 1948; Mariana(novela), 1957; Quatro Reis(contos), 1957; Vale de Crugens(novela), 1958; Histórias de Vila(contos), 1958; O Cerco(novela), 1959; O Livro das Sombras (narrativas), 1960; Corpo Ausente(novelas), 1961; Viagem Incompleta(contos), 1963; Antes do Dilúvio(romance), 1967; O Reino Circular(romance), 1969; Os Olhos e as Vozes (novelas), 1971; O Intruso(contos e novelas), 1980; Contos Escolhidos, 1983; Contos de Natal, 1995; Espólio Intacto(novela), 1996;

Teatro : O Pedido, 1949; A Ponte Sobre a Vida, 1965; Café Amargo, 1966

Crónicas : As Ideias e a Vida(crónicas e artigos), 1958; Entre Duas Tiranias, 1977; As Rosas e a Pedra, 1995;

Ensaio : Platão e a Poética, 1950; Camilo e o Realismo, 1957; Momentos Doutrinais, 1996