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logotipo Museu Neorealismo

Mário Dionísio

[N. Lisboa, 1916 – M. 1993]

imagemEnsaísta. Crítico. Escritor. Pintor. Professor.

Licenciado em Filologia Românica na Universidade de Lisboa.
Professor do ensino liceal, só após a restauração da democracia seria professor universitário.
Aderente do MUD, foi um opocionista ao Estado Novo.
Foi um dos organizadores das Exposições-Gerais de Artes Plásticas e um dos participantes no P.E.N. Clube Português nos anos 40 e na organização da Sociedade Portuguesa de Escritores.
Personalidade multifacetada, foi um dos principais teorizadores do Neo-Realismo português. Integrou o grupo de escritores que lançaram a colecção Novo Cancioneiro.
Colaborou nos jornais Liberdade, O Diabo, Gleba, Sol Nascente, Altitude, O Globo, Ler, Gazeta Musical e de Todas as Artes, Itinerário, , República, Diário de Lisboa, O Jornal, JL- Jornal de Letras, Artes e Ideias e nas revistas Seara Nova, Vértice.
Nos últimos anos de vida dedicou-se à pintura, realizando várias exposições individuais.

Obras :

Poesia : Poemas, 1941; As Solicitações e Emboscadas, 1950; Riso Dissonante, 1950; Memória Dum Pintor Desconhecido, 1965; Poesia Incompleta(1935-1965), 1966 ; Le Feu Qui Dort, 1967; Terceira Idade, 1982

Ficção : Dia Cinzento(contos), 1944; Não Há Morte Nem Princípio(romance), 1969;

Monólogo a Duas Vozes(contos), 1986; A Morte é Para os Outros(contos), 1988;

Ensaio : Ficha 14, 1944; Vincent Van Gogh, 1947; Encontros em Paris, 1951; Conflito e Unidade da Arte Contemporânea, 1958; a Paleta e o Mundo(2 vol.), 1956-1960; Autobiografia, 1987