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Orlando da Costa

[N. Lourenço Marques, 1929 - M. Lisboa, 2006]

imagemEscritor.

Licenciado em Ciências Histórico-Folosóficas na Universidade de Lisboa.

De uma família de origem goesa, residiu em Margão, apesar de ter nascido em Moçambique, ambientes que impregnam a sua obra.
Proibido de ensinar nas escolas públicas e privadas, dedicou-se à publicidade.
Participou em inúmeras actividades da oposição, nomeadamente apoiando a candidatura do General Norton de Matos, na sequência da qual sofreu a primeira das suas três prisões pela PIDE. Na Casa dos Estudantes do Império colaborou com futuros dirigentes dos movimentos de libertação das colónias portuguesas.
Colaborou no Jornal de Letras e Artes e nas revistas Vértice e Mensagem.
Dois dos seus quatro romances foram premiados, o primeiro com o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências de Lisboa de 1961.

 

Obras :

Poesia: A Estrada e a Voz, 1951; Os Olhos Sem Fronteiras, 1953; Sete Odes do Canto Comum, 1955; Canto Civil(inclui os livros anteriores e O Coração e o Tempo), 1979; Vocações/ Evocações, 2004

Ficção(romance) : O Signo da Ira, 1961; Podem Chamar-me Eurídice..., 1964; Os Netos de Norton, 1994; O Último Olhar de Manú Miranda, 2000

Teatro : Sem Flores Nem Coroas, 1971; A Como Estão os Cravos Hoje?, 1984