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Museu Neo-Realismo
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Acervo
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Espólios Literários
- António Ramos de Almeida
António Ramos de Almeida
[Olinda, Brasil, 1912 – Porto, 1961]
Estudou no Colégio Salesiano de Recife (Brasil) e concluiu o curso liceal no Porto, para onde veio em 1924. Cursou Direito em Coimbra e, em 1938, terminada a licenciatura, foi exercer advocacia, primeiro em Vila do Conde, depois no Porto. Muito interessado pela literatura, colaborou em diversos jornais e revistas literárias: Presença, Manifesto, Jornal de Notícias, Seara Nova, Sol Nascente, Pensamento, Altitude, O Primeiro de Janeiro, Diário de Lisboa, República, Diário Popular, além de jornais do Brasil. Homem de ideais democráticos, distinguiu-se como advogado na defesa de acusados de crime político, durante o governo salazarista. Em 1953, foi ele o promotor da homenagem nacional a António Luís Gomes. Participou no Cine-Clube do Porto, na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e no Grupo de Estudos Brasileiros do Porto.
Estudou no Colégio Salesiano de Recife (Brasil) e concluiu o curso liceal no Porto, para onde veio em 1924. Cursou Direito em Coimbra e, em 1938, terminada a licenciatura, foi exercer advocacia, primeiro em Vila do Conde, depois no Porto. Muito interessado pela literatura, colaborou em diversos jornais e revistas literárias: Presença, Manifesto, Jornal de Notícias, Seara Nova, Sol Nascente, Pensamento, Altitude, O Primeiro de Janeiro, Diário de Lisboa, República, Diário Popular, além de jornais do Brasil. Homem de ideais democráticos, distinguiu-se como advogado na defesa de acusados de crime político, durante o governo salazarista. Em 1953, foi ele o promotor da homenagem nacional a António Luís Gomes. Participou no Cine-Clube do Porto, na Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e no Grupo de Estudos Brasileiros do Porto.
Espólio Literário
Obras
Sinal de alarme (poesia), 1938.
Sinfonia da guerra (poesia), 1939.
A arte e a vida, 1941.
Antero de Quental, 1943.
A nova descoberta do Brasil (conferência), 1944.
Sede (poesia), 1944.
Eça (ensaio), 1945.
Para a compreensão da cultura no Brasil (ensaio), 1950.
O Socialismo Proudhoniano de Antero de Quental, 1958.
O pensamento activo de Bernardino Machado (ensaio), 1974.
Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Obras
Sinal de alarme (poesia), 1938.
Sinfonia da guerra (poesia), 1939.
A arte e a vida, 1941.
Antero de Quental, 1943.
A nova descoberta do Brasil (conferência), 1944.
Sede (poesia), 1944.
Eça (ensaio), 1945.
Para a compreensão da cultura no Brasil (ensaio), 1950.
O Socialismo Proudhoniano de Antero de Quental, 1958.
O pensamento activo de Bernardino Machado (ensaio), 1974.
Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

