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Acervo
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Espólios Literários
- Faure da Rosa
Faure da Rosa
[Nova Goa, 1915 – Lisboa, 1985]
Empregado de escritório e contabilista, dá-se a conhecer, desde 1932, com curtas narrativas de ficção em O Diabo e no Jornal Ilustrado. Estreia-se em 1945 com um romance de tintas neorrealistas, a que se seguem outros em quase quarenta anos de perquisição familiar e religiosa da classe média portuguesa.
Obras
Fuga, 1945.
Retrato de Família, 1952.
Espelho da Vida, 1955.
De Profundis, 1958.
Escalada, 1961.
A Cidade e a Planície, 1962.
As Imagens Destruídas, 1966.
O Massacre, 1972.
Adágio, 1974.
Nós e os Outros, 1979.
Apassionata, 1982.
Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Empregado de escritório e contabilista, dá-se a conhecer, desde 1932, com curtas narrativas de ficção em O Diabo e no Jornal Ilustrado. Estreia-se em 1945 com um romance de tintas neorrealistas, a que se seguem outros em quase quarenta anos de perquisição familiar e religiosa da classe média portuguesa.
Obras
Fuga, 1945.
Retrato de Família, 1952.
Espelho da Vida, 1955.
De Profundis, 1958.
Escalada, 1961.
A Cidade e a Planície, 1962.
As Imagens Destruídas, 1966.
O Massacre, 1972.
Adágio, 1974.
Nós e os Outros, 1979.
Apassionata, 1982.
Fonte: Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

