“Em 2013, com cada vez menos encomendas dos jornais e revistas para onde trabalhava, o fotógrafo Augusto Brázio procura uma forma de dar continuidade à sua prática. Começa a percorrer as ruas de Lisboa e, rapidamente, confronta-se com lojas fechadas. No centro de Lisboa e nos subúrbios, no Porto, no Algarve, no Norte de Portugal, são centenas, milhares de lojas fechadas. (…)
Estas lojas fechadas são uma brecha por onde se vê os efeitos da crise.”